Fundação Padre Anchieta

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Celso de Mello enviou à Procuradoria Geral da República três notícias-crimes apresentadas por partidos e parlamentares contra Jair Bolsonaro. Entre as medidas solicitadas, estão o depoimento do presidente, além de busca e apreensão dos celulares dele e de Carlos Bolsonaro, para que seja realizada uma perícia.

“A indisponibilidade da pretensão investigatória do Estado impede, pois, que os órgãos públicos competentes ignorem aquilo que se aponta na ‘notitia criminis’, motivo pelo qual se torna imprescindível a apuração dos fatos delatados, quaisquer que possam ser as pessoas alegadamente envolvidas, ainda que se trate de alguém investido de autoridade na hierarquia da República, independentemente do Poder (Legislativo, Executivo ou Judiciário) a que tal agente se ache vinculado”, escreveu o decano em despacho.

Ainda segundo Celso de Mello, cabe à PGR a análise do pedido e eventual apuração dos fatos. Augusto Aras não tem prazo para decidir sobre o assunto. O decano do STF é o relator do inquérito que apura se Bolsonaro tentou interferir na Polícia Federal ainda sob a gestão de Sergio Moro no Ministério da Justiça.

No centro da investigação, está o vídeo de uma reunião ministerial realizada no 22 de abril no Palácio do Planalto, quando, segundo Moro, Bolsonaro manifestou seu interesse em ter acesso a casos apurados pela Polícia Federal.

Os partidos também solicitam perícias nos celulares de Maurício Valeixo, ex-diretor geral da Polícia Federal exonerado por Bolsonaro; do ex-ministro da Justiça de Segurança Pública Sergio Moro; e da deputada federal Carla Zambelli.