Fundação Padre Anchieta

Custeada por dotações orçamentárias legalmente estabelecidas e recursos próprios obtidos junto à iniciativa privada, a Fundação Padre Anchieta mantém uma emissora de televisão de sinal aberto, a TV Cultura; uma emissora de TV a cabo por assinatura, a TV Rá-Tim-Bum; e duas emissoras de rádio: a Cultura AM e a Cultura FM.

CENTRO PAULISTA DE RÁDIO E TV EDUCATIVAS

Rua Cenno Sbrighi, 378 - Caixa Postal 11.544 CEP 05036-900
São Paulo/SP - Tel: (11) 2182.3000

Televisão

Rádio

Acontece

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

A partir desta semana, as madrugadas da TV Cultura voltam a contar com documentários nacionais inéditos. A emissora estreia a temporada 2017 da faixa Cultura Mundo, que traz diversos retratos da sociedade brasileira em filmes ou séries. As primeiras produções vão ao ar à meia-noite de quarta (2/8) para quinta-feira (3) e abordam de maneiras completamente distintas a relação das pessoas com seus corpos.

Para abrir a programação do Cultura Mundo, inicia-se a série Roda Moinho, Roda Pião, Quero Cultura no Cultura no meu Pirão. Ao longo de cinco episódios, com 26 minutos cada, o documentário conta a história de quatro jovens dançarinos de grupos regionais de dança indígena do município de Maués-AM, revivendo suas memórias e histórias. A obra seriada foca na visão de mundo e na experiência do grupo após ingressarem na universidade pública, onde tiveram de deixar seu lugar de origem para fazer escolhas entre o mundo da arte e o mundo do trabalho formal. A direção é de Carlos Garcia.

Em seguida, à 0h30, outra série do Cultura Mundo é exibida. Diários sobre o Corpo, também em cinco episódios de 26 minutos, mostra o corpo humano como personagem principal. Os capítulos colocam em evidência o cotidiano de diferentes pessoas que tiveram de aprender a lidar com questões como bulimia, anorexia, obesidade, cirurgia bariátrica, racismo, mudança de gênero e orientação sexual, compulsão por cirurgias estéticas, aceitação da própria imagem e envelhecimento. De forma intimista, o documentário procura analisar como a aparência física constitui as subjetividades contemporâneas e impacta no cotidiano das pessoas. A direção é de Gabriela Altaf e Marcos Pimentel.